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Tendências para o empreendedorismo social em 2017

09

fev

Tendências para o empreendedorismo social em 2017

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O ano de 2017 começou fervendo para quem empreende ou quer empreender no próprio negócio. Melhor ainda se esse empreendimento contribuir para uma mudança significativa na realidade das pessoas, como os negócios de impacto ou sociais. Já estamos em fevereiro, mas ainda dá tempo de repensar a estratégia de uma atividade ou começar a empreender em uma nova ideia baseando-se nas tendências deste ano em termos de empreendedorismo.

Alcançar um (ou mais de um) dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, continua sendo o foco dos empreendedores sociais. A Campus Party – maior evento de tecnologia do país, que aconteceu em São Paulo, no final de janeiro e início desse mês – por exemplo, apostou em negócios sociais e sustentáveis, e promoveu, pela primeira vez, um hackathon em parceria com a ONU, fortalecendo a tendência de que, mesmo nos negócios tecnológicos, o lucro não é mais o principal motivador dos empreendedores.

Para a Artemísia, organização precursora na disseminação e fomento de negócios de impacto, em entrevista ao Pequenas Empresas Grandes Negócios, três áreas merecem destaque com potencial para 2017: educação, saúde e serviços financeiros.

Segundo a organização, existe uma preocupação crescente com a educação na primeira infância e faltam creches para famílias da base da pirâmide social. Além disso, a economia colaborativa e a tendência de pais que ajudam uns aos outros, aumentam o potencial dessa área para negócios. Já a carência de atendimento no SUS e as demissões em massa que afetaram o custeamento de planos de saúde privados nas famílias brasileiras, abrem mercado para as clínicas populares, que atendem casos menos complexos, realizam exames e tem preços acessíveis. Ainda devido ao aumento do desemprego, a falta de comprovação de renda e a relutância dos bancos tradicionais, milhões de brasileiros não possuem conta bancária, criando, assim, um campo estratégico para as fintechs com foco em impacto social.

No Brasil, o empreendedorismo social segue também outra tendência em 2017. O movimento Girl Power(empoderamento feminino) ganha força esse ano, no Brasil, como mostra o infográfico do site Follow the colours.

E nos negócios, o empreendedorismo feminino aparece como forte tendência para o mercado, tanto para os negócios cujo serviço ou atuação são voltados para as mulheres, quanto para os negócios que são geridos por elas.

O Programa Inovativa Brasil, programa de aceleração de startups realizado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), em 2017, quer capacitar mais mulheres empreendedoras, pois reconhece o potencial desse ramo do empreendedorismo para o crescimento do país. As inscrições para o primeiro Ciclo de Aceleração do Programa estão abertas até o dia 20 de fevereiro de 2017.

Sendo assim, um novo ano é sempre um bom motivo para (re)começar. Vamos mudar o mundo juntos?

Mais informações sobre o Programa Inovativa Brasil: www.inovativabrasil.com.br

Por Carolinna Amorim



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